São os votos da equipe do site a todos os friburguenses; relembre 11 fatos marcantes no Friburguense em 2011
O ano de 2011 entra para a história do Friburguense e de Nova Friburgo. A cidade sofreu a maior tragédia climática da história do país e luta para se reerguer. No ano anterior, o Friiburguense havia sido rebaixado para a segunda divisão do Campeonato Carioca, depois de 13 anos consecutivos na elite. O desafio de se reergeur foi lanaçado, a clube e cidade, e o tempo passou. Friburgo, em meio a um cenário político conturbado, vai caminhando na busca pela reconstrução. O Frizão, dono de brilhantes camapanhas na série B e Copa Rio, é o exemplo de garra, determinação e superação. O time mostra ao município que, com planejamento, pés no chão e vontade, é possível voltar a ser grande. A equipe do site oficial enumerou 11 fatos que marcaram o ano do clube. Viaje conosco e relembre.
O Friburguense Atlético Clube deseja um Feliz 2012 a todos os friburguenses
A Tragédia:
O ano de 2011 começou de forma inesperada para os friburguenses. A tragédia na madrugada do dia 12 de janeiro devastou grande parte da região serrana do Rio de Janeiro e fez milhares de vítimas por toda a região. Nova Friburgo foi uma das cidades mais atingidas, onde famílias perderam não só bens materiais, como também parentes. Em meio à grande destruição e a dor irreparável, a necessidade de recomeçar. Reconstruir. O Friburguense teve a pré-temporada de um difícil ano que viria pela frente interrompida. O gramado do Eduardo Guinle se transformou em heliporto e o Ginásio Helena Deccache um grande depósito de donativos.
Arquibancadas lotadas de donativos: exemplo de solidariedade dos brasileiros
Durante semanas, o clube recebeu autoridades. A necessidade de dar alegria ao povo friburguense contagiou o elenco tricolor e o primeiro sorriso aconteceu um mês após as enchentes, na vitória por 6x0 sobre a Portuguesa. O início da vitoriosa caminhada, que culminou no acesso à elite do futebol carioca e vice-campeonato da Copa Rio.
O pós-tragédia
Portas abertas às doações
Arrecadação de donativos
Solidariedade tricolor na mídia
Morte do Eterno Mário Nacif Jorge
Uma instituição, um homem e um só sentimento. Falar de Friburguense e não lembrar Mario Nacif Jorge é como esquecer um pedaço da história do clube. No mês de janeiro, em meio à tragédia climática, o Friburguense perdeu seu mais ilustre funcionário e torcedor. Mario Nacif dedicou 58 anos de sua vida ao Fluminense e, posteriormente, Friburguense. O lendário massagista, além de eterno nos corações de todos que conviveram e o conheceram, agora está perpetuado no clube.
Setenta e quatro anos de vida, mais da metade dedicada ao grande amor de sua vida: o Friburguense. Mario Nacif faleceu no início de 2011. De fato, as histórias de "Seu" Mario e Friburguense se confundem. Desde os tempos de Fluminense, antes da fusão com o Serrano, fez parte do dia-a-dia do clube.
Como parte do reconhecimento à toda essa dedicação, o Friburguense batizou o campo de gram sintética com o nome do eterno massagista. A morte de Mario Nacif pode significar a ausência física do massagista. No entanto, "Seu" Mario será enterno para todos que com ele conviveram e amam o clube.
Siqueirinha sobre "Seu" Mario:
Inauguração do gramado sintético:
Sábado, cinco de fevereiro de dois mil e onze. Um dia para ficar na história do Friburguense Atlético Clube. Centenas de pessoas, quatorze times, churrasco, música e eternidade para Mario Nacif Jorge. A inauguração do campo de grama sintética reuniu todos estes ingredientes em evento memorável.
Realizar uma obra desta dimensão não é fácil. Além do investimento, outros obstáculos dificultam a execução do projeto: atrasos na entrega de material, chuvas e a tragédia que interrompeu o andamento das obras. Mas tudo foi planejado corretamente e os problemas superados com tranquilidade. Os empecilhos apenas valorizam a conquista. Portanto, nada melhor que comemorar em grande estilo. Assim que a bola parou de rolar, no torneio de inauguração do sintético, entrou em campo um timaço do samba e pagode. Nomes como Sabará, Adonai e Monstrinho, intérprete da Vilage no Samba e Imperatriz Leopoldinense, ditaram o ritmo da festa. Durante toda a tarde, os sócios puderam celebrar, com muita música e churrasco, a alegria de ver o sonho do gramado sintético realizado.
O início das obras
O andamento das obras
Os últimos retoques
Chamada para a inauguração
O dia histórico: sintético inaugurado
O passo a passo das obras: da terra ao sintético
31 anos de Friburguense
Para comemorar o 31º aniversário, o Friburguense promoveu evento em sua sede social no domingo. A programação começou com sessão solene, reunindo membros dos Conselhos Deliberativo, Diretor e convidados. Wagner Faria (presidente do conselho deliberativo), Professor Raul Marcos (presidente do conselho diretor) e Jonas Cordeiro comporam a mesa.
Fim da sessão solene, hora de festejar. Durante todo o domingo, foi oferecido aos sócios um grande churrasco, com direito a bebida e almoço liberados. O evento foi animado pelo Bonde do Forró e a bateria da Imperatriz de Olaria.
O anúncio do evento
A comemoração do aniversário
O retorno
Não foi nada fácil. Além das dificuldades naturais de um longo campeonato, a tragédia impôs um novo ritmo de treinos ao Friburguense. No entanto, todos os acontecimento parecem ter alimentado a vontade de cada um em fazer o melhor e buscar o acesso. Durante 40 jogos, Nova Friburgo esteve representada por verdadeiros guerreiros, que demonstraram garra, coração e raça. Sobretudo alma! Um trabalho que teve início no dia seguinte ao rebaixamento, com os atletas firmando o compromisso de recolocar o Friburguense novamente na elite. Passou pela boa campanha na Copa Rio de 2010, o resgate da paixão dos torcedores e o respeito à equipe em jogos na serra. Em meio a tropeços, troca de treinadores, vitórias e batalhas, o tricolor serrano chegou lá e retornou ao seu devido lugar: entre os grandes do estado! Em 2011, o Friburguense foi a boa notícia da cidade na mídia nacional, o motivo de orgulho e do choro. Não de dor, mas sim, de emoção, alegria, euforia. O Frizão voltou!
Momentos marcantes:
A escolha do treinador
Retomada do trabalho pós-tragédia
A queda de Edson Souza
A chegada de Gerson Andreotti
A campanha:
Primeira fase - Turno:
Friburguense 6x0 Portuguesa - Eduardo Guinle
Sampaio Correa 0x1 Friburguense - Sampaio Correa
Friburguense 1x1 Quissamã - Eduardo Guinle
Tigres do Brasil 0x1 Friburguense - De Los Larios
Friburguense 5x0 Cardoso Moreira - Eduardo Guinle
CFZ do Rio 0x2 Friburguense - Antunes Coimbra
Friburguense 1x0 Rio Branco - Eduardo Guinle
Friburguense 3x1 Artsul - Eduardo Guinle
Ceres 1x0 Friburguense - João Francisco
Returno:
Portuguesa 2x2 Friburguense - Luso Brasileiro
Friburguense 3x1 Sampaio Correa - Eduardo Guinle
Quissamã 2x2 Friburguense - Antonio Carneiro
Friburguense 1x1 Tigres do Brasil - Eduardo Guinle
Cardoso Moreira 1x1 Friburguense - Cardoso Moreira
Friburguense 3x2 CFZ do Rio - Eduardo Guinle
Rio Branco 2x1 Friburguense - Godofredo Cruz
Artsul 1x1 Friburguense - Nivaldo Pereira
Friburguense 3x1 Ceres - Eduardo Guinle
Fase Final - Turno:
Friburguense 2x0 Teresópolis, Eduardo Guinle
Bonsucesso 2x2 Friburguense, Leônidas da Silva
Friburguense 2x0 Tigres do Brasil, Eduardo Guinle
Estácio de Sá 3x3 Friburguense, Moça Bonita
Friburguense 0x0 Quissamã, Eduardo Guinle
Barra Mansa 1x2 Friburguense, Leão do Sul
Angra dos Reis 3x3 Friburguense, Jair Toscano
Friburguense 5x1 Ceres, Eduardo Guinle
Sendas 2x2 Friburguense, Sendas
Friburguense 2x0 Portuguesa, Eduardo Guinle
Serra Macaense 2x2 Friburguense, Claudio Moacyr
Returno:
Teresópolis 2x2 Friburguense, Antonio Salvatonni
Friburguense 4x0 Bonsucesso, Eduardo Guinle
Tigres do Brasil 1x1 Friburguense, De Los Larios
Friburguense 3x0 Estácio de Sá, Eduardo Guinle
Quissamã 1x2 Friburguense, Antonio Carneiro
Friburguense 4x1 Barra Mansa, Eduardo Guinle
Friburguense 3x1 Angra dos Reis, Eduardo Guinle
Ceres 0x1 Friburguense, João Francisco
Friburguense 1x0 Sendas, Eduardo Guinle
Portuguesa 1x1 Friburguense, Luso Brasileiro
Friburguense 2x2 Serra Macaense, Eduardo Guinle
Amistoso: Friburguense x Botafogo
Em meio ao calendário apertado dos campeonatos carioca da série B e Brasileirão, um tempo para a solidariedade. Friburguense e Botafogo realizaram partida amistosa, em de 2011, no Eduardo Guinle. O evento, prestigiado por 3.553 torcedores, arrecadou pouco mais de três toneladas de alimentos para as vítimas da tragédia de janeiro. O técnico Gerson Andreotti havia assinado contrato uma semana antes. Do mesmo modo, Caio Jr. observava os reforços contratados pelo time carioca. Mas quem saiu satisfeito da primeira etapa foi Andreotti, ao observar um Friburguense bem disposto e mais perigoso que o adversário. Na etapa final, Maicosuel foi a campo e fez o gol da vitória alvinegra, 1x0. Contudo, o grande vencedor foi o povo da região serrana, que pôde se beneficiar da iniciativa de Friburguense e Botafogo. Aos cariocas, a vitória. Ao tricolor serrano, o início de um trabalho vitorioso à frente do clube. Um ensaio para o que aguarda pelo Friburguense em 2012.
A confirmação do amistoso
Pré-jogo: Friburguense x Botafogo
O jogo
Pós-jogo
http://friburguense.com.br/noticia753-toneladas+de+solidariedade.html'>Toneladas de Solidariedade
Festa dos Veteranos
Pelo quarto ano consecutivo, o mês de maio reservou uma viagem ao passado glorioso do futebol friburguense. O encontro de veteranos do futebol de Nova Friburgo, neste domingo, reuniu centenas de pessoas no Friburguense Atlético Clube, entre ex-jogadores e familiares, homenageados e convidados. Em 2012, uma nova edição está por vir. Portanto, reserve um espaço em sua agenda e venha recordar um passado que permanece vivo no coração dos friburguenses.
O anúncio do evento
Cobertura do Encontro
Homnagem aos craques do passado
O Mural da Saudade
Outras fotos do evento
Brilho em outros esportes:
A estrela do Friburguense não brilhou apenas no futebol. Em outros esportes, o nome do tricolor serrano esteve em destaque ao longo de todo o ano. Seja no futebol feminino, vôlei ou futebol de mesa. As cores azul, vermelho e branco estiveram no lugar mais alto do pódio nas mais diversas modalidades esportivas.
Time de vôlei é 5º colocado na Liga Rio
Vôlei do Frizão é campeão de etapa da Liga Rio
Vitória do Frizão feminino em amistoso
Futebol de mesa brilha no estado
Vitórias do vôlei feminino do Friburguense em Nova Friburgo
Futebol de Mesa disputa Campeonato Brasileiro
Bailes, Eleições e Eventos:
Mais um ano se passou e chegamos a 2012 cheio de expectativas, com fôlego e ânimo renovados. O clube já conhece seus novos conselheiros e eternizou personagens importantes na história do Friburguense em 2011. O tempo parece passar cada vez mais rápido e, quando nos damos conta, as coisas já aconteceram. Por isso, o Friburguense comemorou cada mês, com o Projeto dos Bailes dos Aniversariantes. Muita música, alegria e churrasco marcaram os bailes ao longo de 2011. No próximo ano tem mais e você, como sempre, é o nosso grande convidado!
Anúncio do primeiro Baile dos Aniversariantes do ano
Cobertura do Baile dos Aniversariantes dos meses de maio e junho
Festival de Queijos e Vinhos
Diversos eventos de fim de semana
Entrega dos Titulos de Lauréis
Cobertura do Baile dos Aniversariantes dos meses de julho e agosto
Cobertura do Baile dos Aniversariantes dos meses de setembro e outubro
Chamada para as Eleições do Conselho Deliberativo
O novo Conselho Deliberativo
Posse do novo Conselho Deliberativo
O último Baile dos Aniversariantes de 2011
A Copa Rio:
"Quando acordei na manhã daquele sábado, 26 de novembro, e olhei para o céu nublado, tempo chuvoso...parecia pressentir. Friburguense e Madureira decidiriam o título da Copa Rio no estádio Eduardo Guinle. A oportunidade de conquistar o troféu que havia faltado na campanha do acesso era essa. E o Frizão venceria! Sim! Não tinha como perder. O melhor time, a melhor camapanha, jogo em casa, jogadores confiantes...e a pior das tempestades! Longe de ser como aquela de 12 de janeiro, que devastou parte da cidade. No entanto, o suficiente para deixar um amargo, um gostinho de quero mais...de que faltou algo...de que não foi completo. Depois de uma eternidade - sim pois as horas pareciam não passar das 7 às 16h - a bola rolou. Ou melhor... a bola não rolou. A chuva forte alagou o gramado e a troca de passes foi dificultada. O recurso da bola aérea favorecia ao Madureira, claro. Dois gigantes - Zé Carlos e Alex Sanchez - contra o pequeno Ricardinho...e posteriormente o não maior Ziquinha! E depois de erro na saída de bola, Elias abriu o placar para o time carioca. Uma mistura de sentimentos tomou conta da torcida tricolor. O grito de "vamos virar Frizão" era entoado de forma tímida, embargada. Mas o que era tensão virou esperança quando Diego Guerra cobrou pênalti e empatou, ainda no primeiro tempo. Sim...mas o futebol é capaz de provocar diversas situações em apenas 90 minutos. Aliás, bastaram poucos na etapa final para Elias receber um lançamento / chutão e dar um toquinho por cima de Adilson, marcando o segundo. O empate veio de cabeça com Bidu, 2x2. O mesmo que cometeria pênalti pouco depois. Elias cobrou e marcou o terceiro dele e do Madureira. Aos poucos, os torcedores deixavam o Eduardo Guinle, cabisbaixos, debaixo de chuva que não deu trégua. Eu, das cabines de rádio, observava. E me lembrava do jogo contra o Serra Macaense, aquela mesma cena. Quando o árbitro apitou o fim do jogo e olhei para o campo, outro replay: Bidu desabou na área, quase no mesmo lugar do jogo contra o Serra, e disparou a chorar. O título escapou mais uma vez, diante de mais de mil torcedores...e a pior das tempestades teve grande parcela de culpa...talvez se não tivesse chovido, com gramado seco, time leve...talvez se Marcelo de Lima Henrique tivesse dado aquele pênalti em Conselheiro Galvão, no primeiro jogo...talvez se não tivesse expulsado o Diego Santos em Madureira...talvez. Demorei dois dias para criar coragem e escrever algo no site do clube. Mas depois, conformado, comecei a pensar. Talvez, seja melhor acreditar que não era pra ser. Pois tem coisas na vida em que as respostas são dadas mais à frente. Às vezes não entendemos o por quê de imediato, mas tudo tem um propósito. Talvez disputar uma Série D, caso haja condições, leve o Friburguense a uma série C em 2013, enquanto uma partida bastaria para eliminar o tricolor na Copa do Brasil. Talvez o troféu de campeão se quebraria em alguns dias. Mas tem troféus que o Friburguense resgatou em 2011 e não se quebram: o respeito, a dignidade, o orgulho! O retorno do Frizão à elite e ao cenário nacional representaram a reconstrução do clube. Foram as notícias positivas de Nova Friburgo na mídia nacional. Foram os motivos de sorrisos sinceros, choros soluçantes...de alegrias e tristezas...de esperança e decepções...de variados sentimentos. Estes, só mesmo o futebol é capaz de proporcionar. O melhor time da Série B e da Copa Rio não venceu. Mas e daí? O exemplo de que é possível recomeçar, reconstruir, renascer foi dado. E pelo Friburguense! Para ser vencedor, muitas vezes, não é necessário ser campeão. E sim, cumprir metas, objetivos, superar obstáculos. É ser grande por natureza e não apenas por feitos. É carregar consigo o nome de uma cidade e fazer valer um planejamento bem feito e executado. Parabéns jogadores, Siqueirinha e diretoria. Se a razão não explica a vida, quem dirá o futebol, parte dela. O Frizão voltou, com tudo...firme e forte! Dois mil e doze promete para o tricolor da serra...tem Carioca, Série D, Copa Rio. Quem sabe? Sim, talvez..."
Texto escrito pelo Jornalista e assessor de imprensa do Friburguense, Vinicius Gastin - 02/12/2011
A campanha do Friburguense na Copa Rio:
Primeira fase - Grupo B
Cabofriense 1x3 Friburguense
Friburguense 3x3 Bangu
Macaé 1x0 Friburguense
Friburguense 4x2 Cabofriense
Bangu 2x3 Friburguense
Friburguense 4x2 Macaé
Segunda fase - Grupo F
Friburguense 2x0 Volta Redonda
Madureira 0x0 Friburguense
Friburguense 2x0 Serra Macaense
América 0x4 Friburguense
Volta Redonda 3x0 Friburguense
Friburguense 2x3 Madureira
Serra Macaense 2x4 Friburguense
Friburguense 3x0 América
Semifinais:
Bangu 1x2 Friburguense
Friburguense 2x1 Bangu
Finais:
Madureira 2x1 Friburguense
Friburguense 2x3 Madureira
Números:
Jogos: 18
Vitórias: 11
Empates: 2
Derrotas: 5
Gols marcados: 41
Gols sofridos: 26
2012
Dois mil e onze se vai. Ao mesmo tempo em que pareceu longo, por conta de tudo o que acontecera com Nova Friburgo, o ano parece ter voado. Para o Friburguense, 2011 foi histórico. Talvez, um dos mais importantes anos desde sua fundação. Rebaixado à série B do estadual, depois de 13 temporadas consecutivas na elite, o Friburguense foi buscar forças e recursos de onde parecia não existir. Orçamento limitado, dificuldades naturais de um campeonato de seis meses de duração, 40 jogos, 20 viagens e a tragédia. O que parecia empecilho virou motivação. Jogo a jogo, os guerreiros tricolores mostraram que tudo é possível quando há determinação, garra, vontade. É possível ir além, pular obstáculos e vencer. Superar. O retorno à primeira divisão e o vice-campeonato da Copa Rio são exemplos de que planejamento e pés no chão são ingredientes imprescindíveis para o sucesso. O Friburguense deu aula dentro e fora de campo, aos adversários e ao poder público, e mostrou que podemos nos reerguer quando queremos, se fizermos por onde. Para 2012, a promessa de mais glórias e sorrisos aos torcedores. O Eduardo Guinle vai estar diferente. As cadeiras do Maracanã estão chegando e o torcedor terá mais conforto. Aliás, os friburguenses poderão assistir ao tricolor serrano, novamente, enfrentando os grandes. E será de igual pra igual, como sempre foi. Em meio a todas as dificuldades descritas anteriormente, a esperança veste azul, vermelho e branco. Quem sabe uma semifinal de carioca? Um acesso à série C nacional? O título da Copa Rio, que escapou por pouco esse ano? Quem sabe...em 2012, estaremos juntos, nos emocionando e vivendo cada dia, cada jogo, cada evento no social, acompanhando outros esportes. E torcendo, muito! Pelo Friburguense e por Nova Friburgo.
A EQUIPE DO SITE OFICIAL DO FRIBURGUENSE ATLÉTICO CLUBE DESEJA A TODOS OS FRIBURGUENSES UM 2012 DE MUITA PAZ, SAÚDE E REALIZAÇÕES 
Autor: Vinicius Gastin