Descubra o que fez do XII Festival de Queijos e Vinhos uma festa inesquecível
Para a organização de um evento como o Festival de Queijos e Vinhos é necessário o trabalho de alguns profissionais, que cuidarão minuciosamente de cada detalhe que compõe a festa, desde a decoração, iluminação e som até a melhor disposição dos alimentos servidos aos convidados. Estivemos nos os bastidores da festa desse ano, que aconteceu no último dia 10, e trouxemos algumas curiosidades, entre as inovações que marcaram a décima segunda edição do festival e o que já é tradição no evento. Confira:
Tecnologia a serviço da diversão
A Taí Produções é responsável pela ornamentação do festival há quatro anos e sempre traz uma decoração personalizada, com temática atual. Conversamos com o decorador Eduardo Bueno, que, há sete anos, trabalha com Altair Braga na decoração de algumas das festas mais sofisticadas de Nova Friburgo. Ele nos contou sobre as novidades reservadas para 2010, e algumas técnicas utilizadas para tornar o Ginásio Helena Deccache em um belíssimo salão de festas.
Eduardo Bueno e Altair Braga da Taí Produções
Assessoria: Qual o segredo do tecido que cobre o ginásio?
Eduardo Bueno Trata-se de uma Lycra tensionada, que costuma ser feita sob medida, usando um tamanho aproximado. Ela é fácil de ser utilizada, por ser um material elástico. Tem o objetivo de rebaixar o teto, melhorar a acústica, para que o som não se perca, e deixar o ambiente mais aconchegante. Ela é branca para que possamos usar um efeito de luzes que dá a impressão de que o teto está mudando de cor.
A Lycra é esticada até cobrir todo o ginásio
Assessoria: Qual foi tema escolhido para esse ano?
Eduardo Bueno A intenção era trazer o clima da copa do mundo e da torcida pelo Brasil. Como infelizmente nossa seleção foi desclassificada muito cedo, o tema foi apenas pincelado. Costumamos utilizar as cores do clube, esse ano principalmente o azul e o branco, para ser agregado o amarelo.
Essas bolas enfeitavam a entrada da festa
Assessoria: Existe uma novidade especial para essa edição?
Eduardo Bueno É a primeira vez que ficamos responsáveis pelo som. Na última festa providenciamos apenas o DJ, mas esse ano o Altair ofereceu de presente ao clube a aparelhagem de som completa, com a pista de dança.
A pista de dança brilhava em várias cores
Assessoria: Essa pista é outro diferencial no ano de 2010. Como ela funciona?
Eduardo Bueno É uma pista de vidro, que mede quatro metros quadrados, iluminada por baixo. Enquanto as pessoas dançam, ela muda de cor, o que causa um efeito muito interessante.
Para admirar e degustar
Encontramos o queijeiro Carlos Quintino enquanto ele e sua equipe ainda preparavam as delícias trazidas pela Queijaria Suíça para distribuir entre as seis mesas de guloseimas dispostas pela festa, além das tábuas que serviram cada mesa individualmente. Trabalhando no ramo há 19 anos, ele é um grande conhecedor de queijos, além de apreciá-los mesmo quando não está trabalhando.
Os queijos e as frutas coloriram todas as mesas
Assessoria: Quais os tipos de queijos servidos esse ano?
Carlos Quintino: Gorgonzola, Reblochon, Minas Frescal, Suíço, Raclette, Provolone e o carro chefe da Queijaria Suíça, que é o Moleson.
Assessoria: Existe um segredo para deixar o queijo ainda mais apetitoso?
Carlos Quintino: Cada queijo tem um tipo de corte, isso influenciará na característica do queijo, temos alguns de massa mole, massa dura e semi-dura.
Assessoria: Qual desses tipos de queijo costuma agradar mais o paladar de quem curte o festival?
Carlos Quintino: Eu aposto no Moleson, que apesar de ser de receita suíça, é produzido aqui no Brasil, e no Reblochon, que é um queijo semi-duro com um sabor bem característico, muito parecido com o Camembert. Os dois são realmente deliciosos.
Vejam a seguir mais fotos dos bastidores da festa. Relembre os melhores momentos clicando aqui.
Autor: Priscilla Franco e Vinicius Gastin